Baptista-Bastos in "A Bolsa da Avó Palhaça"]
(Fotografia de Luís Eme - Trafaria)
(palavras e imagens do rio da minha aldeia, que por um mero acaso, também é o melhor rio do mundo...)
Baptista-Bastos in "A Bolsa da Avó Palhaça"]
(Fotografia de Luís Eme - Trafaria)
[Urbano Tavares Rodrigues, in
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
[Fernando Namora, in "Jornal sem Data"]
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)
[Luís Alves Milheiro, In “Largo da Memoria”, 21 Mai 13]
[Luís Alves Milheiro, in "Largo da Memoria”, 16 Dec 11]
(Fotografia de Luís Eme - Tejo)
Era um texto de algum escritor (tenho de investigar o caso...) que vinha acompanhado de uma imagem nocturna do Tejo, com um Cacilheiro a fazer a travessia e tinha como fundo as luzes da Outra Banda.
Não me lembro do conteúdo do texto, mas pela imagem que ficou gravada na minha cabeça, à distância de mais de meio século, penso que se devia falar do regresso a casa das muitas pessoas que trabalhavam em Lisboa e viviam na outra margem do Rio.
Sim, a Cacilhas desse tempo, não fugia do epiteto de "dormitório da Capital", que continua actual...
[Luís Alves Milheiro, in "Casario do Ginjal", 04 Nov 25]
(Fotografia de Luís Eme - Tejo)
[Margarida
Davim, “Visão”, 12 Set 25]
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
[Manuel Mendes, in "Colóquio Artes e Letras", Maio de 1962]
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
[Susana Fortes, in "Querido Corto Maltese"]
(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)
[Susana Fortes, in "Querido Corto Maltese"]
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
«Para mim, vir para aqui já era ir a Nova Iorque. Não se respirava no país, mas eu respirava quando vinha a Lisboa. A primeira coisa que fazia era sair no Rossio e dirigir-me ao Tejo para respirar o mar. Aquilo era o mar.»
[Eduardo
Lourenço, “Público”, 11 de Maio 2014]
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)