(palavras e imagens do rio da minha aldeia, que por um mero acaso, também é o melhor rio do mundo...)
quarta-feira, 3 de junho de 2026
"E o Tejo fica assim..."
quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
"Gaivotas em Terra…"
Começa a ser comum ver gaivotas em terra por aqui.
Mesmo quando não há sinais de "tempestade"...
Isto não acontece apenas devido à proximidade do Tejo ou do Atlântico.
Aliás, eles estão aqui, desde sempre.
Até parece que as gaivotas estão a querer fazer parte da paisagem diária de Almada...
(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)
sexta-feira, 5 de dezembro de 2025
"As noites calmas..."
Há noites assim, calmas e solitárias.
Parece que está tudo a dormir e que a noite nos pertence, completamente...
Estava ali, sentado, à beira rio, à espera de ti e do cacilheiro que te transportava para a nossa Margem, quase sem pensar em nada, além do Tejo e da Lua.
Foi então que, sem nenhuma razão aparente, lembrei-me que na infância os dias são quase infinitos, temos tempo para fazer tudo.
[Luís Alves Milheiro, In “Largo da Memoria”, 21 Mai 13]
sábado, 22 de novembro de 2025
"No tempo em que éramos quase pobres..."
[Luís Alves Milheiro, in "Largo da Memoria”, 16 Dec 11]
(Fotografia de Luís Eme - Tejo)
domingo, 28 de julho de 2024
"O Tejo quando ainda tinha fragatas..."
«O Tejo quando ainda tinha fragatas a
passearem-se pelas águas e voavam golfinhos a caminho da Barra.
O José Quitério a falar dos prazeres de
uma caldeirada, à fragateiro, na “Floresta do Ginjal”, com fragatas a
entrarem-lhe pelos olhos dentro.
O grito das gaivotas, o vai-vem dos
cacilheiros, um estado de espírito ondulado.
Esta fotografia deslavada foi tirada
com um caixote-kodak, a minha primeira máquina fotográfica, prenda, pelos
meus 15 anos, do António Colaço.
Memórias doces e afáveis.»
[Sammy, in “Cais do Olhar”]
(Fotografia e texto publicados no blogue "Cais do Olhar", a 11 de Janeiro de 2011)
quinta-feira, 29 de junho de 2023
Quando o vento sopra e acorda os sentidos...
Tudo começou de manhã, cedo.
Acordei com o seu sopro forte, que poderia muito bem ser um rugido. O Vento era mais uma vez, o porta-voz da natureza, e dizia que podia quase muito.
E durante o dia fez-nos o favor de ir varrendo a tal nuvem gigante que chegou do Canadá, cujos vestígios dos incêndios pintaram o céu de um amarelo quase acinzentado. Durante a tarde olhei para o espaço e da janela do lado sul já se via o azul, ao contrário da janela norte (curiosamente, virada para o rio).
O melhor estava reservado para a noite. A Lua voltou, tal como as Estrelas, que são possíveis de avistar da minha janela com toda a nitidez, graças à largueza Tejo.
Até apetece dizer que o melhor "Rio do Mundo" faz com que quase tudo seja possível ao olhar...
[texto de Luís Milheiro, publicado no "Largo da Memória]
(Fotografia de Luís Eme - Tejo)
sábado, 22 de maio de 2021
"Desta Janela"
Desta Janela
Desta Janela
Com Vista Para o
Ginjal
Posso ver
a beleza do Tejo
o verde das
encostas
e claro
o Casario do
Ginjal...
Luís (Alves)
Milheiro
Fotografia de Luís Eme - Almada)
domingo, 9 de maio de 2021
"Além das Pedras, Temos o Rio" (um começo...)
No final de Maio de 2006 criei o meu primeiro blogue, que ainda continua a resistir ao tempo - o "Casario do Ginjal".
Como escrevi no seu subtítulo: "nasceu como um espaço de opinião, informação e divulgação de tudo aquilo que vivia ou sobrevivia nas proximidades do Ginjal e do Tejo, mas foi alargando os horizontes...
O mais curioso foi eu perceber que ele estava mesmo "cheio de Tejo", nos primeiros textos que publiquei (fui ler e gostei...). É por isso que durante este Maio de 2021, quinze anos depois deste começo, vou republicar essas prosas poéticas e poesias prosaicas.
Começo com as primeiras palavras:
(Fotografia de Luís Eme - Ginjal-Tejo)
terça-feira, 31 de março de 2020
"Vai ao Encontro do Rio"
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
Olhas o Rio...
Já tinha falado na hipótese de criar mais um blogue, que tivesse como principal temática o Tejo, no "Largo".
