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segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Lisboa, Lisboa, Lisboa...

 


«Nasci em Lisboa, cresci em Lisboa e provavelmente morrerei em Lisboa. Às vezes, quando estou fora, dou por mim a ter saudades da cidade, da sua luz, das suas sombras, do seu Tejo.» 

 

       [Maria Filomena Mónica, “Vida (O Independente)”, 15 Dec 95]


(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)


domingo, 5 de abril de 2020

"Habituei-me a ver o Tejo, ao fim da tarde..."


O Tejo não inspira apenas poemas, há também quem o misture dentro das suas crónicas, como aconteceu com Maria Filomena Mónica, no "Expresso" (Agosto de 2013)


«[...] Gosto do rio que corre na minha cidade, porque através dele se chega ao mundo. Durante cinco infelizes anos trabalhei num gabinete no Terreiro do Paço, no edifício que faz esquina com a Rua do Ouro. Habituei-me a ver o Tejo, ao fim da tarde, atravessado por cacilheiros que partiam para a outra banda. Ainda hoje, sempre que desço à zona ribeirinha, sinto a melancolia que, aos 21 anos, me enchia a alma. [...]»

                      
(Fotografia de Luís Eme - Tejo)