(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
(palavras e imagens do rio da minha aldeia, que por um mero acaso, também é o melhor rio do mundo...)
sábado, 7 de fevereiro de 2026
"Dizia, orgulhosamente, que devia ser o único lisboeta que jamais saíra da sua cidade..."
quarta-feira, 27 de abril de 2022
As "Odes ao Tejo" de Armindo Rodrigues
Por razões óbvias, é a primeira parte que nos interessa e é por isso que publicamos algumas das "quintilhas" que escreveu da "Ode Primeira":
quarta-feira, 22 de setembro de 2021
"Outra Canção Gratuita"
quarta-feira, 16 de dezembro de 2020
As "Lavadeiras" do professor Américo e do Tejo...
Provavelmente chamam-lhe a "praia dos restaurantes"... Mal eles sonham que bastava abrir uma pequena cova, na maré-baixa, para que daquela areia pouco límpida, brotasse água doce. Água que era aproveitada pelas mulheres de Almada e Cacilhas, para lavarem a sua roupa branca, que depois ficava ali a "corar", ao sol...
Atrás da história e da amizade, deixo-vos o poema, "Lavadeiras", de Américo Morgado, professor e amigo desta nossa margem, com saudades dos nossos cafés, sempre acompanhados por palavras simples e sábias...
(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)
