«[...] Carlos Botelho é o pintor de Lisboa. Não o único, bem entendido, embora seja porventura o mais fascinado, e é por isso também que existem muitas Lisboas. Esta de Carlos Botelho, quase sempre plácida e luminosa, quase sempre castiça e extasiada, um presépio róseo em que o objecto de adoração é o rio - um rio-veleiro, um rio-viagem, um rio-pasmo. [...]»
[Fernando Namora, in "Jornal sem Data"]
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
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