[Vitor Balenciano, in “Ípsilon”, 14 Jan 21]
(Fotografia de Luís Eme - Tejo)
(palavras e imagens do rio da minha aldeia, que por um mero acaso, também é o melhor rio do mundo...)
[Vitor Balenciano, in “Ípsilon”, 14 Jan 21]
(Fotografia de Luís Eme - Tejo)
«Há uma história de infância que conto num
dos meus livros. Eu brincava numa rua íngreme por trás da minha casa. Um dia
subi-a, desci e fiz uma coisa que nunca tinha feito, que é olhar para o
horizonte. E vi que estava lá o rio Tejo. Foi uma experiência muito forte, a de
sentir que aquilo estava lá antes de o ter visto. Onde eu estava a começar,
estava a continuar. Nós só começamos depois de continuar.»
[Maria
Filomena Molder, “E (exp)”, 06 Jul 16]
(Fotografia de Luís Eme - Lisb0a)
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
Baptista-Bastos in "A Bolsa da Avó Palhaça"]
(Fotografia de Luís Eme - Trafaria)
[Urbano Tavares Rodrigues, in
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
[Fernando Namora, in "Jornal sem Data"]
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)
[Luís Alves Milheiro, In “Largo da Memoria”, 21 Mai 13]
[Luís Alves Milheiro, in "Largo da Memoria”, 16 Dec 11]
(Fotografia de Luís Eme - Tejo)
Era um texto de algum escritor (tenho de investigar o caso...) que vinha acompanhado de uma imagem nocturna do Tejo, com um Cacilheiro a fazer a travessia e tinha como fundo as luzes da Outra Banda.
Não me lembro do conteúdo do texto, mas pela imagem que ficou gravada na minha cabeça, à distância de mais de meio século, penso que se devia falar do regresso a casa das muitas pessoas que trabalhavam em Lisboa e viviam na outra margem do Rio.
Sim, a Cacilhas desse tempo, não fugia do epiteto de "dormitório da Capital", que continua actual...
[Luís Alves Milheiro, in "Casario do Ginjal", 04 Nov 25]
(Fotografia de Luís Eme - Tejo)
[Margarida
Davim, “Visão”, 12 Set 25]
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)