(palavras e imagens do rio da minha aldeia, que por um mero acaso, também é o melhor rio do mundo...)
quarta-feira, 18 de janeiro de 2023
"Almada Terra Coragem"
sexta-feira, 30 de dezembro de 2022
O Rio dos Poetas...
Nem me desagrada ver tantas barcas para cá e para lá. Talvez andem todos à procura da poesia que tu tens encontrado de tantos poetas...
Poesia que se encontra facilmente nas margens e no meio do Tejo...»
(Texto da Bela)
(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)
terça-feira, 27 de dezembro de 2022
O Rio mais Parecido com um Mar...
«Tu não sabes o que é morar numa terra sem um rio (largo ou estreito).
É por isso que não me importo de ficar aqui sentada, de olhos abertos, de olhos fechados, quase até ao fim do dia.
É como se estivesse a guardar dentro de mim todas estas tonalidades, entre o verde e o azul, deste rio, que é, de todos os que conheço, o mais parecido com um mar...»
(texto da Bela)
(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)
quarta-feira, 30 de novembro de 2022
O Tejo Azul do Sul...
«Há o Tejo, que a
todos reflectem; tanto Tejo azul em plataforma de riscos a debruar Lisboa, o
Tejo que “Recordações da Casa Amarela” (João César Monteiro) já libertara.
Zéfiro, não
pertencendo ao grupo das encomendas horárias, retrata com amor todo o Sul (e
Lisboa é Sul no seu soprar), mostrando aldeias, desperdícios industriais, a
poesia abandonada do Seixal, uma estrada a encher-se com um camião de bandeiras
já é arquitectura. Fica-nos uma terrível vontade de captar para sempre nos
olhos cheios aquele enamoramento; que sabemos guardado numa cadência
histórica.»
[Manuel
Graça Dias, “Público”, 16 de Setembro de 1994]
segunda-feira, 7 de novembro de 2022
Lisboa, Lisboa, Lisboa...
«Nasci em Lisboa, cresci em Lisboa e
provavelmente morrerei em Lisboa. Às vezes, quando estou fora, dou por mim a
ter saudades da cidade, da sua luz, das suas sombras, do seu Tejo.»
[Maria
Filomena Mónica, “Vida (O Independente)”, 15 Dec 95]
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
segunda-feira, 10 de outubro de 2022
"O Sol da Primavera Ilumina o Tejo"
Este texto, talvez demasiado adjectivado, é de Pedro Cativelos, de um pedaço de uma entrevista/perfil feita a Camané e publicada na "Pública", a 20 de Abril de 2008.
Tem Tejo, tem gente e tem fado...
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
quinta-feira, 29 de setembro de 2022
(Já não é impossível...)
[Alberto Pimentel, in "Fotografias de Lisboa]
(Fotografia de Luís Eme - Tejo)
quarta-feira, 28 de setembro de 2022
(Estar Diante do Tejo...)
«Estava finalmente diante do Tejo.
Não é preciso espraiar por muito tempo o olhar na vastidão majestosa das suas águas para saudar entusiasticamente o primeiro rio de Portugal. Os arvoredos da Outra Banda esbatem-se naquela grande distância como no fundo de um quadro. O céu de Lisboa é de tal modo lúcido, que permite à corrente o azulejar-se com igual beleza.»
[Alberto Pimentel, in "Fotografias de Lisboa"]
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
segunda-feira, 29 de agosto de 2022
Diálogos quase Surdos...
«Isto é mar não é?»
(Não, não é, é apenas o Tejo...)
«Mas tem ondas!»
(Um dia vais perceber que o vento faz grandes ondas...)
«E é tão largo. Os rios não são assim, como os mares...»
(E a criança continuou, por ali, no interior do cacilheiro cheio de perguntas e de dúvidas, ao mesmo tempo que várias pessoas tentavam levar o Tejo para casa, dentro do seu telemóvel, nas janelas do Cacilheiro)
(Fotografia de Luís Eme - Cacilheiro)
